PÁGINAS: 159
ISBN: 972-8305-75-3GÉNERO: História de Portugal, Histórico, PolíticaSINOPSE:
Entre 1974 e 1975, Timor Português passou em poucos meses de uma colónia aparentemente periférica para um território mergulhado numa disputa política cada vez mais violenta.
Depois do 25 de Abril, Portugal iniciou o processo de descolonização. Em Timor, começaram a organizar-se ... Ler mais
Entre 1974 e 1975, Timor Português passou em poucos meses de uma colónia aparentemente periférica para um território mergulhado numa disputa política cada vez mais violenta.
Depois do 25 de Abril, Portugal iniciou o processo de descolonização. Em Timor, começaram a organizar-se diferentes movimentos políticos, com projetos muito distintos para o futuro do território: uns defendiam a independência, outros uma ligação à Indonésia e outros uma solução intermédia. A tensão entre esses grupos aumentou rapidamente e, em 1975, transformou-se em confronto armado.
Portugal foi perdendo o controlo da situação. A administração portuguesa acabou por abandonar Díli e refugiar-se na ilha de Ataúro, enquanto a FRETILIN assumia o controlo de grande parte do território e declarava unilateralmente a independência. Poucos dias depois, em dezembro de 1975, a Indonésia invadiu Timor-Leste, iniciando uma ocupação que duraria quase um quarto de século.
Chrystello reconstrói esse período a partir da posição de quem o acompanhou de perto, reunindo episódios, testemunhos e documentação para mostrar como a situação política em Timor se foi degradando entre 1973 e 1975. Ao longo do livro, acompanha o crescimento dos movimentos políticos timorenses, as dificuldades da administração portuguesa, a radicalização do conflito e a aproximação da Indonésia.
A narrativa procura perceber como essas várias forças se foram cruzando até desembocarem na crise de 1975: primeiro na luta pelo futuro político do território, depois no confronto entre os movimentos timorenses, na retirada da administração portuguesa e, por fim, na invasão indonésia. Ler
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SINOPSE:
Entre 1974 e 1975, Timor Português passou em poucos meses de uma colónia aparentemente periférica para um território mergulhado numa disputa política cada vez mais violenta.
Depois do 25 de Abril, Portugal iniciou o processo de descolonização. Em Timor, começaram a organizar-se ... Ler mais
Entre 1974 e 1975, Timor Português passou em poucos meses de uma colónia aparentemente periférica para um território mergulhado numa disputa política cada vez mais violenta.
Depois do 25 de Abril, Portugal iniciou o processo de descolonização. Em Timor, começaram a organizar-se diferentes movimentos políticos, com projetos muito distintos para o futuro do território: uns defendiam a independência, outros uma ligação à Indonésia e outros uma solução intermédia. A tensão entre esses grupos aumentou rapidamente e, em 1975, transformou-se em confronto armado.
Portugal foi perdendo o controlo da situação. A administração portuguesa acabou por abandonar Díli e refugiar-se na ilha de Ataúro, enquanto a FRETILIN assumia o controlo de grande parte do território e declarava unilateralmente a independência. Poucos dias depois, em dezembro de 1975, a Indonésia invadiu Timor-Leste, iniciando uma ocupação que duraria quase um quarto de século.
Chrystello reconstrói esse período a partir da posição de quem o acompanhou de perto, reunindo episódios, testemunhos e documentação para mostrar como a situação política em Timor se foi degradando entre 1973 e 1975. Ao longo do livro, acompanha o crescimento dos movimentos políticos timorenses, as dificuldades da administração portuguesa, a radicalização do conflito e a aproximação da Indonésia.
A narrativa procura perceber como essas várias forças se foram cruzando até desembocarem na crise de 1975: primeiro na luta pelo futuro político do território, depois no confronto entre os movimentos timorenses, na retirada da administração portuguesa e, por fim, na invasão indonésia. Ler menos